
No resgate da minha concentração acadêmica, resolvi hoje de madrugada recomeçar minhas pesquisas e por um fim na minha falta de concentração literária, e para tal me deparei com um artigo que falava sobre Lina Bo Bardi.
O artigo em questão foi escrito por Roberta de Marchis Cosulich e é intitulado como “Lina Bo Bardi. Do Pré-artesanato ao Design”. São 24 páginas super interessantes, onde cada página se torna um convite para lê-lo até o fim.
Basicamente o artigo fala sobre arte popular, artesanato no Nordeste, mas precisamente na Bahia e mobiliário. Ressalta-se a influência de suas pesquisas no Nordeste Brasileiro na criação de seus prédios e objetos.
COSULICH irá dividir o artigo em três grandes períodos. “O primeiro tem início com sua transferência da Itália para São Paulo onde seus projetos ainda apresentam traços sob influência da cultura européia. O segundo mais significativo para sua produção, são seus seis anos vivendo na Bahia (1958 a 1964) dedicados à pesquisa da arte quase “antropológica” brasileira, entre outros empenhos. O terceiro e último período dedica-se ao regresso da arquiteta a São Paulo e sua luta por mostrar ao mundo a arte que encontrou no nordeste; na tentativa de abrir os olhos dos que estavam embebidos no capitalismo e no consumo; para que voltem a buscar sua essência”.
Apesar de o artigo ilustrar com fotos a Casa de Vidro, residência do casal (Lina Bo e Pietro Maria Bardi) datada de 1951, sinto falta no decorrer do texto de mais representações imagéticas, embora isso faça com que o leitor procure em outras fontes mais informações.No artigo “Lina Bo Bardi. Do Pré-artesanato ao Design” ainda pode-se conhecer suas obras de maior visibilidade como é o caso do Sesc Pompéia, MASP, casa de vidro e vaca mecânica.
Para quem tiver interesse de ler o artigo na íntegra é só clicar aqui!

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